Retirando na Boca do Jacaré
Noite fria de terça-feira em Brasília e uma ideia fixa na cabeça: ver o jogo do Bahia contra o Brasiliense pela 6a rodada da Série B do Brasileirão. Empolgante, né? Não! Das coisas mais chatas que vi na vida.
Primeiro, para chegar ao Serejão, ou Boca do Jacaré, em Taguatinga, é preciso ter muita paciência. O metrô de Brasília até chega lá. É bonitinho. Mas é demorado demais e com o mínimo de informações possível para que os desavisados se percam de vez. Só pode.

Mas como a gente tá aqui para falar do jogo e não do transporte público, tenho que confessar que cheguei atrasado e ao entrar no estádio Fábio Júnior já tinha feito 1 a 0 para o time da casa. E quando vi que o Bahia só tinha Lima como atacante, senti que coisas piores iriam acontecer.
A torcida Bamor estava presente, é verdade, mas parece que o frio e a atuação ridícula do Bahia fez o pequeno grupo silenciar. O grupinho ficou assim quase o primeiro tempo inteiro. Junto, em silêncio, tão apático quanto o time. Para variar, só saiu do lugar para provocar a torcida adversária no intervalo. Ô raça!







